Certificação ou Declaração sob o TR CU 018
Três formas de avaliação da conformidade, duas delas voltadas a componentes. Onde fica a responsabilidade em cada uma e o que define a via do produto.
Em têxtil e calçado a reprovação quase nunca vem do ensaio de laboratório: vem da etiqueta. Composição de fibras declarada com precisão, instruções de conservação, país de origem e identificação do responsável são verificados na fronteira e conferidos contra o produto. Na União Econômica Euroasiática o TR CU 017 rege o vestuário adulto e o TR CU 007 os produtos infantis, com exigências bem mais duras para o segundo, incluindo ensaio de higiene. Na União Europeia a rotulagem de fibras é regulamento próprio, separado da segurança química.
A tolerância entre o que a etiqueta diz e o que o laboratório mede é estreita. Uma peça declarada como algodão puro que traz elastano na malha do punho já diverge, e a divergência é motivo de retenção.
Isso importa mais em coleção com muitos fornecedores de aviamento. A composição é do produto acabado, não do tecido principal, e forro, entretela, linha e etiqueta bordada entram na conta.
O TR CU 007 trata produtos para crianças e adolescentes e exige certificado onde o vestuário adulto costuma ficar em declaração. Entram ensaios de higiene, como higroscopicidade e permeabilidade ao ar, que não existem no regime adulto.
A faixa etária declarada muda o resultado. Como em brinquedo, ela precisa ser defensável pela forma como o produto é apresentado, e não escolhida para reduzir ensaio.
Corantes azo, formaldeído livre e metais extraíveis têm limites que variam por mercado e por faixa etária. Um artigo aprovado num destino pode falhar em outro pelo mesmo tecido.
Quando a coleção compartilha poucos tecidos base, ensaiar o tecido uma vez e mapear pelas peças sai muito mais barato do que ensaiar peça a peça. Só funciona se a ficha técnica estiver correta no momento do ensaio.
| TR CU 017, adulto | TR CU 007, infantil | |
|---|---|---|
| Documento usual | Declaração de conformidade | Certificado |
| Ensaio de higiene | Não | Sim |
| Química | Corantes e formaldeído | Limites mais restritos |
| Auditoria de fábrica | Não | Conforme o esquema |
A faixa etária declarada decide qual dos dois regimes se aplica, e ela é conferida contra como a peça é apresentada, não contra o que a etiqueta afirma.
Tudo à esquerda é algo a reunir antes de o projeto começar. Tudo à direita é nosso. Envie o que já tiver e dizemos o que falta.
Prazo típico
Economia real
Não, se as peças compartilham os mesmos tecidos base. Ensaia-se o material e mapeia-se para os artigos que o usam, o que reduz muito o custo. Isso exige ficha técnica correta e estável: troca de fornecedor de tecido invalida o mapeamento.
Em parte. Também está no TR CU 017 e também depende de rotulagem correta, mas a matriz de ensaio é outra: metais extraíveis no forro e no cabedal, resistência da fixação do salto e marcação dos materiais de cada componente.
O conteúdo técnico costuma aproveitar, a etiqueta não. A informação precisa estar em russo, com identificação do importador ou do representante e a marcação EAC. Refazer a arte depois do ensaio é o que mais atrasa este tipo de projeto.
Três formas de avaliação da conformidade, duas delas voltadas a componentes. Onde fica a responsabilidade em cada uma e o que define a via do produto.
Categorias M, N e O, chassi e componentes ligados à segurança. O que a modificação de projeto aciona e os três tipos de veículo excluídos de vez.
Alcance nas categorias M, N e O, chassis e componentes de segurança, os requisitos que impõe e quem da cadeia de fornecimento fica vinculado.
Um especialista acompanha o seu processo do primeiro e-mail até o certificado registrado. Cada um deles gravou um briefing, em inglês, sobre a sua área.







Envie o nome do produto, a NCM e os dados técnicos. Você recebe de volta a rota aplicável, a lista de documentos e o prazo, antes de qualquer compromisso.
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